Confidencial
O questionário não pede nome, CPF nem contato. Os resultados são sempre agrupados.
Um questionário anônimo sobre uso de drogas no sexo, relação com o corpo e com a comida. Praticando chemsex ou não, sua resposta conta.
Abre um formulário do Google. Você lê o termo de consentimento antes de qualquer pergunta.

Responda três perguntas rápidas. Nada fica salvo.
Você é homem cis e gay?
Tem 18 anos ou mais?
Mora na cidade de São Paulo (capital)?
Você não precisa praticar chemsex nem usar PrEP para participar.
Pelo celular ou pelo computador, quando for melhor para você.
As perguntas só aparecem depois que você concorda.
De 20 a 30 minutos. Dá para pular perguntas ou parar quando quiser.
Tudo é analisado em conjunto, sem identificar ninguém.

O questionário não pede nome, CPF nem contato. Os resultados são sempre agrupados.
Pule perguntas ou pare a qualquer momento, sem justificativa.
Comitê de Ética da EERP-USP. CAAE 94894125.5.0000.5393.
Alinhada à Política Nacional de Saúde Integral LGBT. Sem julgamento.
Termo de consentimento · CNPq 405744/2024-3
Se algum tema mexer com você, não precisa passar por isso sozinho. Você pode falar com a equipe da pesquisa ou com o CVV pelo 188, gratuito e disponível 24 horas.
substantivo · do inglês chemicals + sex · também chamado de sexo químico ou sexo alterado
Uso intencional de substâncias psicoativas antes ou durante o sexo para facilitar, iniciar, prolongar ou intensificar a experiência sexual.
O que define não é a droga, é a intenção sexual.
O consumo acontece para o sexo. É isso que diferencia o chemsex do uso recreativo em outros contextos.
GHB/GBL, metanfetamina, cocaína, MDMA, álcool e outras substâncias podem aparecer.
Em casas e redes próprias, muitas vezes mediadas por aplicativos de encontro.
Pode estar associado a exposição a IST, sintomas depressivos e prejuízo nutricional.
dos homens gays e bi no mundo já usaram drogas para fazer sexo. Chemsex é mais comum do que se imagina.
Resumo de vários estudos internacionais, 2025
Insatisfeitos com o próprio corpo: em média, homens gays e bi se sentem pior sobre o próprio corpo do que homens heterossexuais. Essa diferença aparece de forma consistente nos estudos.
Conjunto de estudos sobre imagem corporal, 2020
Única pesquisa brasileira que juntou drogas, corpo e sexualidade. Ou seja: quase ninguém estudou isso por aqui.
Revisão de tudo que já foi publicado no Brasil, 2025
Homens gays convivem com estressores que a população geral não vive: preconceito, expectativa de rejeição, necessidade de esconder a orientação sexual e homofobia internalizada. Somam-se a isso ideais corporais exigentes dentro da própria comunidade.
Nossa hipótese: viver sob esse estresse constante pode levar, ao mesmo tempo, ao uso de drogas no sexo, à insatisfação com o corpo e a uma relação difícil com a comida.
Pode virar uma forma de aliviar ou anestesiar o sofrimento.
A distância entre o corpo que a gente vê e o corpo que acha que deveria ter.
Restrição extrema, jejuns, compensações e culpa na hora de comer.
É essa lacuna que a gente quer preencher.
Reunimos as perguntas mais comuns sobre elegibilidade, sigilo e participação. Se a sua dúvida não estiver aqui, escreva para lucas.brandao.santos@usp.br.
Leva de 20 a 30 minutos e ajuda a construir linhas de cuidado mais sensíveis para homens gays no SUS.